Na última semana foi divulgado amplamente na imprensa que algumas sedes correm sérios riscos de se tornarem elefantes brancos. Algo totalmente previsível desde o dia em que a FIFA divulgou as 12 sedes.
Não adianta mais debater sobre quais sedes e estádios serão elefantes brancos.
Até porque alguns elefantes brancos em potencial como Brasília, Cuiabá e Manaus já estão com as obras em estágio avançado.
O centro da discussão agora é descobrir soluções para que tais equipamentos não fiquem ociosos.
Na minha opinião, para Manaus, Cuiabá e Brasília será preciso desenvolver o futebol nas referidas localidades, propiciando um calendário de competições alternativo capaz de colocar os clubes dessas regiões em evidência no cenário nacional, já que nessas regiões os clubes locais estão na melhor das hipóteses escondidos nas Séries C e D.
Além disso, precisa haver uma campanha educativa para incentivar a população local a torcer pelos clubes locais.
Só que para isso, é preciso que eles disputem competições rentáveis e atrativas, que desenvolvam o futebol da região.
Já em outras cidades como Natal e Recife, será preciso convencer os clubes locais a atuar nas novas arenas e se possível administrá-las. E em ambos os casos a situação é complicada.
Aqui em Natal, o ABC tem o Frasqueirão e já existem planos para ampliar a capacidade para 30.000 lugares, inviabilizando por completo qualquer hipótese de usar o Arena das Dunas. Já os demais clubes de Natal parecem não ter condições financeiras para administrar o estádio.
Em Recife, será preciso convencer um dos 3 clubes a abrir mão de suas tradicionais casas para adotar a nova arena. O Sport com certeza não abre mão da Ilha do Retiro, assim como o Santa Cruz não quer jogar em um estádio cuja capacidade é menor que a do Arruda. Talvez o Náutico fosse se interessar por jogar lá, mas é dos grandes o que tem menos torcedores e esses por sua vez vêem o Aflitos como um caldeirão capaz de fazer a diferença em favor do time.
Enfim, parece que existem poucas soluções no campo futebolístico para salvar tais estádios.
E vocês leitores, o que acham?
Gustavo Lucena
Não adianta mais debater sobre quais sedes e estádios serão elefantes brancos.
Até porque alguns elefantes brancos em potencial como Brasília, Cuiabá e Manaus já estão com as obras em estágio avançado.
O centro da discussão agora é descobrir soluções para que tais equipamentos não fiquem ociosos.
Na minha opinião, para Manaus, Cuiabá e Brasília será preciso desenvolver o futebol nas referidas localidades, propiciando um calendário de competições alternativo capaz de colocar os clubes dessas regiões em evidência no cenário nacional, já que nessas regiões os clubes locais estão na melhor das hipóteses escondidos nas Séries C e D.
Além disso, precisa haver uma campanha educativa para incentivar a população local a torcer pelos clubes locais.
Só que para isso, é preciso que eles disputem competições rentáveis e atrativas, que desenvolvam o futebol da região.
Já em outras cidades como Natal e Recife, será preciso convencer os clubes locais a atuar nas novas arenas e se possível administrá-las. E em ambos os casos a situação é complicada.
Aqui em Natal, o ABC tem o Frasqueirão e já existem planos para ampliar a capacidade para 30.000 lugares, inviabilizando por completo qualquer hipótese de usar o Arena das Dunas. Já os demais clubes de Natal parecem não ter condições financeiras para administrar o estádio.
Em Recife, será preciso convencer um dos 3 clubes a abrir mão de suas tradicionais casas para adotar a nova arena. O Sport com certeza não abre mão da Ilha do Retiro, assim como o Santa Cruz não quer jogar em um estádio cuja capacidade é menor que a do Arruda. Talvez o Náutico fosse se interessar por jogar lá, mas é dos grandes o que tem menos torcedores e esses por sua vez vêem o Aflitos como um caldeirão capaz de fazer a diferença em favor do time.
Enfim, parece que existem poucas soluções no campo futebolístico para salvar tais estádios.
E vocês leitores, o que acham?
Gustavo Lucena
