sábado, 28 de outubro de 2017

Uma vitória bem educativa

Essa partida de hoje, dentre outras coisas, teve um forte valor educativo, principalmente para nossa torcida.

Mostrou o quanto é essencial investir nas categorias de base. No dia em que o ABC tiver uma gestão séria nas bases, a formação de jogadores talentosos será menos esporádica.

Mostrou também que, quando a torcida resolveu apoiar ao invés de pegar no pé, os garotos se sentiram mais a vontade e renderam muito bem.

Importante frisar porém que nem sempre os garotos estarão rendendo bem, o que é algo natural. Diante disso, o torcedor deve continuar apoiando, já que os garotos são seres humanos e não máquinas de jogar futebol.

Mas a lição mais dura vai para aqueles torcedores, dirigentes e para os setores da imprensa que passaram anos sabotando o investimento nas cat. de base. Esses daí, se compareceram ao campo hoje, devem ter furado os olhos diante do que viram.

Foram anos de sabotagem e desvalorização, e imagino quantos jogadores o ABC deixou de revelar, graças a dirigentes cegos e mal intencionados, treinadores escrotos, empresários inescrupulosos e uma imprensa paga pau. Foram anos em que o jogador da base deixou de ser revelado para dar espaço para pernas-de-pau apadrinhado por dirigente, empresário e treineiro.

Espero que jogo de hoje tenha derrubado definitivamente os bordões da mediocridade "os garotos não estão prontos..."  "o ABC precisa contratar um time inteiro..." "a prata-da-casa não aguenta pressão de uma competição tão disputada quanto a Serie B" "empresta esse guri para o Santa Cruz de Inharé para ele ganhar rodagem", "respeitamos os garotos das bases, mas o campeonato necessita de jogadores experimentados (normalmente oriundo da Série A-20 do futebol paulista e empresariado por Alex Fabiano)" e por aí vai.

Enfim, que o torcedor continue apoiando os garotos da base.

Gustavo Lucena




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sábado, 23 de setembro de 2017

Alguns aspectos do fiasco do ABC em 2017

Essa campanha do ABC é intrigante em vários aspectos.

Intrigante porque no início da Série B, adotou uma estratégia na minha visão correta em manter o mesmo time base que subiu da Série C e que fora campeão estadual. Vários times fizeram a mesma estratégia no passado e se deram bem.

Ao mesmo tempo é importante lembrar que, mesmo mantendo a base, o time perdeu seus 2 principais jogadores de 2016, Jones Carioca e Lúcio Flávio. E eles foram substituídos por jogadores muito mais fracos.

A fragilidade do time ficou evidente na Copa do Nordeste. Mas o passeio no estadual embaçou tal constatação.

Outra campanha enganosa foi na Copa do Brasil, onde o ABC chegou na 3a fase, mas não venceu um jogo sequer e tinha passado de fase na bacia das almas.

Mas a maior ilusão foram aqueles confrontos contra o São Paulo, onde o ABC jogou de igual para igual. Eu diria que esse foi o maior engodo, e que provavelmente iludiu até mesmo os dirigentes, que passaram a apostar numa base fragilizada com os desfalques de Jones, Lúcio Flávio, Alex Ruan e Filipe Sousa. Foi aí o erro fatal, creio eu.

Aí quando foi contratar para recuperar o tempo perdido, só restou recorrer a reba do futebol brasileiro e os reforços que vieram eram de qualidade técnica pior do que os que já estavam aqui.


Gustavo Lucena


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domingo, 3 de setembro de 2017

ABC versus ABC. Sub 19 alvinegro dá trabalho ao time. profissional

Sub 19 do ABC enfrentou o time profissional no Frasqueirão, se mostrando bem postado e com os elogios do Itamar Schulle, novo técnico alvinegro. O amistoso, ocorrido na tarde deste dia 2 de setembro, no Frasqueirão, foi um jogo caseiro e bem interessante.

Itamar Schulle
O primeiro tempo seria 1 a 0 para os juvenis, seria... mas, no finalzinho do 1° tempo, aos 44 minutos, o time profissional empatou. 

Foi uma primeira etapa onde o sub 19 do ABC se mostrou bem postado e com um bom toque de bola, envolvendo o time profissional que quase...quase terminou o 1° tempo com o placar adverso. Uma centena de torcedores assistiram ao jogo nas arquibancadas do Frasqueirão e - com risos nas faces - testemunharam os 90 minutos de bom futebol.

No segundo tempo aconteceram as modificações previstas e todos os reservas do sub 19 participaram do jogo.  Alguns atletas do sub 17 também jogaram, sendo assim, é lógico que o rendimento da esquadra juvenil caiu um pouco, mas pode-se avaliar como um jogo proveitoso. O time profissional fez dois gols e virou o jogo, 2 a 1, dando números finais ao jogo.

Complexo Esportivo Vicente Farache
O técnico Itamar Schulle, no seu primeiro treino, observou que tem muito a corrigir no time profissional.

Espera-se que, ao menos dessa vez, exista a tão providente comunicação entre as comissões (profissional e bases) . Itamar Schulle trouxe o Lucas Isotton, profissional com trabalhos nas bases do Paraná Clube, Juventude, Caxias, dentre outros clubes. Isotton é a boa surpresa deste mês. Nunca um técnico vai conversar com os professores da casa para saber detalhes dos atletas da base, até mesmo dos profissionais do ABC que foram formados nas bases. Isso é HISTÓRICO! Tem até apelido: " O MURO INVISÍVEL !" Ninguém vê, mas existe! Talvez esta pendência esteja com os dias contados.

O ponto negativo do amistoso foi ver o jogador Arês atuar mais uma vez de ala, quando na verdade é um bom volante. Jogador formado nas bases e que voltou ao ABC por ser destaque no estadual 2016, atuando de volante pelo alviverde, foi contratado pelo ABC a pedido do Geninho. Foi um feliz retorno ao lar em 2017, mas ainda não teve oportunidade no setor que mais rende. É bom lembrar que o Arês foi improvisado na ala pela má fase dos "especialistas" da posição e, sendo assim, Geninho escalou o Arês na ala direita e deu muito certo no 2° turno do campeonato potiguar 2017. Essa falta de comunicação entre o técnico profissional e a base, que já dura há décadas, poderá acabar na era Itamar Schulle, talvez pela sensibilidade do Lucas Isotton, cuja biografia demonstra que tem experiência em bases, notadamente no quesito observação. Vamos aguardar.

Lucas Isotton
No futuro vamos abordar (mais uma vez) este tema chamado "muro invisível" entre o CT da base e o profissional. Um muro antigo e que a tônica é a falta de comunicação entre as comissões. Um muro invisível, imaginário, mas real. 

A comissão da base trabalhou anos com o jogador e sabe detalhes ao longo dos anos, algo que a comissão técnica do profissional chega sem saber. É assim em qualquer lugar do mundo. Analisando a realidade do ABC,, nota-se que o Arês é apenas um exemplo dentre vários, mas vamos encerrar o texto pois já está maior do que o planejado. Em outro dia, de forma mais detalhada, vamos abordar este tema, inclusive citando outros jogadores.

Temos esperanças? Sim, a esperança pode estar na base, com gente nossa querendo aparecer e sendo observada por gente interessada em revelar valores.   

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Uma noite quase perfeita

O ABC foi a São Paulo e empatou com o Oeste por 1 a 1, com gols de Gegê para o ABC e Robert para o Oeste. O ABC permanece no Z4 agora somando 16 pontos. 

Gegê mais uma vez de bola parada.
Quase que o ABC consegue a sua segunda vitória fora de casa na Série B. Marcou o 1 a 0 aos 40 minutos do segundo tempo, cobrança de falta que Gegê bateu de forma magistral. Goleiro entrou com bola e tudo. Pena que o ABC não conseguiu administrar o marcador e sofreu o empate aos 42 minutos. 

Achei interessante a formação tática do ABC para a partida. É evidente que o número de desfalques e os novos contratados que não estão regularizados propiciaram essa escalação. Mas colocar apenas Pedra, volante característico, na contensão realmente surpreendeu até porque no banco estava Jardel também da posição. É evidente que as obrigações de Gegê, Zotti e dos laterais Bocão e Levy, propiciaram uma segurança defensiva e qualidade ofensiva ao time na partida principalmente na primeira etapa. Guardando a devida proporção.

No primeiro tempo teve um volume de jogo interessante, propiciado principalmente pela característica do Oeste. O time do interior paulista mesmo em casa joga nos contra-ataques, o que se demonstra no grande número de empates e a invencibilidade em casa. O ABC teve o domínio de bola e algumas chances de gol, numa delas Dalberto acertou o poste do goleiro rival. Na segunda etapa o Oeste acreditou que poderia abrir o marcador. O treinador Roberto Cavalo do Oeste substituiu um lateral por um atacante e um volante por outro atacante. Desse jeito o time foi para cima e até os 20 minutos do segundo tempo a coisa foi complicada para o ABC. Uma pressão intensa que somente diminuiu quando Marcio Fernandes começou a reforçar o meio campo, com a entrada de Erivelton no lugar de Lucas Coelho e a entrada de Arês no lugar de Zotti. Assim o ABC começou a diminuir o ímpeto do adversário e por incrível que parece o Alvinegro começou a agredir também.

O gol do ABC no jogo só saiu aos 40 minutos. Gegê cobrando falta encobriu a barreira e goleiro entrou com bola e tudo. Golão, golão, golão. Na sequência, Erivelton recebe bola na área de Dalberto e na hora de finalizar chuta de maneira displicente por cima do gol. Não deu tempo nem de se revoltar como lance e o Oeste cruzou a bola de número 948 na área do ABC, diferente das jogadas anteriores o atacante se antecipou e cabeceou encobrindo Edson. Empate injusto no frigir dos ovos. A noite que pintava como perfeita no final do jogo acabou sendo quase mesmo.

Destaques


Levi na lateral esquerda está surpreendendo positivamente. Se não é brilhante, certamente não repete as péssimas atuações de Marquinhos e principalmente AV. Eltinho.
Bocão desde que chegou ao ABC ele é a válvula de escape do Alvinegro na B. Se tivesse mais “dialogo” naquele setor, quem sabe a sorte do ABC fosse outra.
Podem falar o que quiser, mas Dalberto quebra um galhão no ABC.  


No sábado que vem, dia 5 de agosto, o ABC recebe o Ceará no Frasqueirão. Jogo dificílimo e a torcida tem que estar preparada para empurrar o ABC.

Ficha Técnica


OESTE 1X1 ABC
Gols: Gegê – ABC e Robert – Oeste

Local: Arena Barueri, Barueri/SP.

Árbitro: Dyorgines Jose Padovani de Andrade - ES (CBF).
Assistente 1: Fabiano da Silva Ramires - ES (CBF).
Assistente 2: Vanderson Antonio Zanotti - ES (CBF).
4º Árbitro: Thiago Luiz Scarascati - SP (CBF).
Analista de Campo: Roberto Perassi - SP (CBF).

Oeste: Rodolfo, Rodrigo Sampaio (Robert), Daniel Gigante (André Vinicius), Leandro Amaro e Guilherme Romão; Lídio, Wilson Matias (Henrique) e Mazinho; Gabriel Vasconcelos, Jheimy e Danielzinho. Técnico: Roberto Cavalo.

ABC: Edson, Bocão, Filipe, Cleyton e Levy; Anderson Pedra, Zotti (Arês) e Gegê; Daniel Cruz (Jardel), Lucas Coelho (Erivelton) e Dalberto. Técnico: Marcio Fernandes.

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Ainda estamos aqui!

O Mais Querido venceu na Série B após sequencia dolorosa de derrotas na competição. O gol da vitória sobre o Brasil de Pelotas foi de Gegê e cabeça. O 1 a 0 pode não ter significado um grande jogo, ou a saída do time da zona de rebaixamento, mas foi libertadora e declarou para quem quisesse ouvir.... Ainda estamos aqui!

Gegê comemorando seu gol (Foto: Andrey Torres @abcfc) 
Foi um grande jogo? Não
O ABC enfrentou um grande adversário? Não, talvez o mais fraco que esteve em Natal pela Série B.
O ABC jogo bem? Bem mesmo, não. Mas fez o que foi preciso para vencer.
Com essas perguntas respondidas, o torcedor que não assistiu ao jogo já tem como ter uma ideia de como esse cotejo se desenrolou. O ABC cheio de desfalques, no time titular e principalmente no banco de reservas, conseguiu o resultado que não vinha a mais de um mês. 

Acredito que o principal responsável pela vitória foi a formação tática do time, que deixou de ter dois jogadores abertos pelos lados e adotou uma formação mais tradicional com um 4-4-2. Na segunda etapa é que o cansaço de alguns titulares obrigou uma mudança tática que não surtiu muito efeito, deixando o time com três jogadores na frente, coisa que não vinha dando certo.

Na ponta do lápis foram poucas chances de gol para as equipes. O Alvinegro é que chegou mais via escanteios, com 13 chutes ao gol, mas apenas 4 certas. Foram 26 cruzamentos e 8 escanteios (Fonte Footstats). Isso mostra a pouca precisão do ataque e a pouco variação de jogo que o ABC apresentou nesse jogo.

O gol do ABC na primeira etapa fez justiça ao melhor futebol ABCdista, que tentou muito, criou mais que o adversário e não sofreu defensivamente. Na segunda etapa o ABC tentou os contra-ataques mas mais uma vez o que se viu foi o ABC acuado e apoiado em defesas estratosféricas de Edson. No fim do jogo o atacante adversário mais uma vez saiu na cara do goleiro irregular do ABC. Diferente do jogo contra o Guarani ou América Mineiro, a vitoria foi nossa no final das contas. 

Destaques 


Gegê enquanto teve pernas foi muito bem no jogo, pelo menos para o que precisamos. Articulou melhor as jogadas e apareceu bem na frente. 
Daniel Cruz, jogador de força física que brigou os noventa minutos. Tecnicamente deixa a desejar mas pelo menos consegue aparar as bola que chegam nele e distribuí com alguma competência. Coisa que nem Nando e Mancha vinha fazendo.

O ABC volta a campo apenas na semana que vem, terça-feira (1) quando visitará o Oeste/SP em Barueri na Arena Barueri. O jogo começará às 20:30hrs e o confronto é importantíssima para o ABC que tentará armar a saída do G4.


Ficha Técnica


ABC 1X0 BRASIL DE PELOTAS
Gol: Gegê – ABC.

Local: Estádio Frasqueirão, Natal/RN.

Árbitro: Heber Roberto Lopes - SC (CBF).
Assistente 1: Carlos Berkenbrock - SC (CBF).
Assistente 2: Helton Nunes - SC (CBF).
4º Árbitro: Zandick Gondim Alves Junior - RN (CBF).
Analista de Campo: Aldeilma Luzia da Silva - RN (CBF).

ABC: Edson, Bocão, Filipe, Cleyton e Levy (Arez); Anderson Pedra, Marcio Passos, Erivelton (Fessin) e Gegê; Daniel Cruz e Dalberto (Tulio Renan). Técnico: Marcio Fernandes.

Brasil/RS: Marcelo Pitol, Eder Sciola, Leandro Camilo, Evaldo e Breno; João Afonso, Nem (Aloisio), Itaqui e Wagner (Misael); Rodrigo Silva (Cassiano) e Juninho. Técnico: Clemer.

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sábado, 22 de julho de 2017

Um passo à frente, dois atrás

O ABC perdeu mais uma na B, dessa vez para o Criciúma.  O placar foi 2 a 1, gols de Dalberto para o ABC, Lucão e Caio Rangel para o Criciúma. O ABC coleciona derrotas e vê o barco afundar ainda antes da metade da competição.

Se na derrota para o América Mineiro o goleiro Edson foi o grande nome do jogo, defendendo duas bolas cara a cara. No jogo de hoje certamente foi o grande responsável pela derrota do Alvinegro. O time vinha realizando um jogo pelo menos razoável até que Edson cortou um cruzamento perigoso na marca do pênalti. Echeverria tentou cortar no susto e a bola bateu no centroavante do Criciúma. Um a zero no final do primeiro tempo, até que de maneira injusta. 

Na segunda etapa o ABC marca seu golzinho antes dos dez minutos com Dalberto, mas em mais um cruzamento o goleiro Edson rebate mais uma vez na marca do Pênalti. O atacante Caio Rangel só escolheu o lado para marcar. Ainda para completar, com um a um no marcador, Daniel Cruz perde gol cara a cara com o goleiro. 

A situação do ABC é difícil. Numa situação dessa, para vencer, o Alvinegro deve fazer tudo certinho, mas sempre aparece algo para derrubar a equipe. No jogo passado três jogadores deixaram o campo machucado, dessa vez o goleiro herói no jogo anterior entrega a rapadura. É difícil. Se o time melhora um pouco, erros individuais entregam os pontos. Se alguém brilha individualmente, o time não consegue acompanhar. O trabalho do técnico Marcio Fernandez necessitará ser descomunal. Por enquanto é um passo à frente, dois atrás.

O próximo jogo do ABC será na próxima terça-feira, dia 25.O adversário será o Brasil de Pelotas, o jogo esta marcado para as 19:15hrs. 

Ficha Técnica


CRICIÚMA 2X1 ABC
Gols: Dalberto – ABC; Lucão e Caio Rangel – Criciúma.

Local: Estádio Heriberto Hulse, Criciúma/SC.

Árbitro: Savio Pereira Sampaio - DF (CBF)
Assistente 1: Ciro Chaban Junqueira - DF (CBF)
Assistente 2: Jose Araujo Sabino - DF (CBF)
4º Árbitro: Edson da Silva - SC (CBF)
Analista de Campo: Fernando Lopes - SC (CBF)

ABC: Edson, Bocão, Filipe, Cleyton e Marquinhos (Echeverria); Anderson Pedra, Marcio Passos e Zotti; Daniel Cruz (Caio Mancha), Lucas Coelho (Gegê) e Dalberto. Técnico: Ranieli Ribeiro.

Criciúma: Luiz, Diogo Matheus, Nino, Diego Giaretta e Marcio Goiano; Barreto (Ricardinho), Douglas Moreira, Jocinei (Jonathan Lima) e Silvinho; Alisson Farias (Caio Rangel) e Lucão. Técnico: Luiz Carlos Winck

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Até quando?

Me pergunto até quando nossa torcida vai aguentar essa sina de ser um time iô-iô, ou que, quando está na Série B, se contenta apenas em permanecer.

Se fizermos um comparativo nos anos em que o ABC disputou a Série C, a média de público diminuiu sensivelmente.

Da mesma forma acontece na Série B.

A Frasqueira me parece cansada a cada ano que passa, a cada falta de perspectiva em disputar o acesso.

Enquanto o ABC sempre patina na B, contentando-se com a mediocridade, clubes de menor estrutura como CRB, Icasa, Boa Esporte, etc. chegam a sonhar com o acesso.

Enfim, será que a Frasqueira aguenta 2018 na Série C ou disputando mais uma Série B na mediocridade?

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Geninho deixa o comando do ABC


Geninho pediu demissão em caráter definitivo e não é mais técnico do ABC.

Ontem mesmo eu havia alertado em texto aqui no blog que o jogo contra o América seria a ultima cartada do treinador a frente do ABC. Não que a direção quisesse a cabeça dele, mas por que o profissional não teria mais o que fazer para reverter esse descaminho que o time ABCdista está tomando. Para mim o ABC precisa de uma mudança grande no elenco, coisa que a direção do ABC já deixou claro que não fara. Portanto, a meu ver só restava a mudança no comando técnico do time.

Geninho esteve a frente do ABC por pouco mais de um ano. Foi campeão Estadual de 2016 e 17, além de ter tido o acesso na Série C de 2016. Obteve também uma sequencia de vitorias no Frasqueirão de 35 jogos.

A passagem vitoriosa de Geninho pelo ABC se encerra de maneira melancólica, como todos os outros treinadores de futebol quando deixam o cargo. Resta saber quem a direção vai contratar, coisa que deve acontecer nos próximos dias.


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