segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A Espera de um Milagre

Faltando cerca de 22 horas para encarar o Vasco, confesso a vocês que irei o jogo de maneira protocolar, sem esperar muita coisa do ABC. Vou porque felizmente tenho condições financeiras para fazer aquilo que gosto, que é ver o ABC jogar e torcer pelo Mais Querido.

No entanto, a única coisa que espero dos quatorze que atuarão durante os 90 minutos é dignidade.

Não estou otimista por tudo que aconteceu nessa semana que passou. Estou com muita raiva dos padrastos que estão desmandando e afundando o Mais Querido. Mas não é por causa deles que deixarei de torcer desesperadamente pelo ABC.

Também não aguento mais Flávio Lopes. Tudo indica que mais uma vez que ele não fará o feijão-com-arroz e irá inventar.

Deixar Fabiano, o zagueiro mais consistente do time, de fora do jogo é um tapa na cara, tanto na torcida como nas finanças do próprio clube, já que se trata de um prata-da-casa que vive a melhor fase na carreira e que estando em ação num jogo como o de amanhã poderia se expor na vitrine nacional e com isso ter boas chances de ser negociado e ajudar o Mais Querido a fazer caixa para 2010.

Depois insiste em matar o futebol de Sandro, escalando-o na ala esquerda e escalando Zé Eduardo de maneira equivocada, pois ele é um atacante e não meia, conforme constatou o sempre esperto Diego Ivan.

Fora isso ainda ter que aguentar a arrogância dos dirigentes do ABC, verdadeiros padrastos da Frasqueira que se acham acima do bem e do mal e acham que podem tudo.

E demonstram total despreparo ao desconhecer as leis que protegem o torcedor, num caso raro de analfabetismo proposital.

Mesmo assim não é essa corja que me intimidará.

Eu vou fazer minha parte, apoiarei até onde der.

Mas não espero muita coisa, a não ser um milagre.

Gustavo Lucena

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Um comentário:

Luciano disse...

É isso gustavo, mas ficarei em casa puto da vida. Mas a dignidade é o principal....não aguento ver a cara de bundas de nós torcedores diante das derrotas enquanto os padrastos tomam seu wisky lá nos camarotes.