sábado, 22 de março de 2014

Jogos inesquecíveis das Copas do Mundo (5)

Final de Copa do Mundo sempre tem um aspecto dramático, e as imagens das 6ª Copa realizada na Suécia em 1958 são emocionantes.  E esta edição dos jogos inesquecíveis é mais importante já que ela lembra o primeiro titulo do Brasil em Copas do Mundo e do capitão do primeiro titulo, o zagueiro Hilderaldo Bellini, que faleceu na ultima quinta feira em São Paulo. Bellini que imortalizou o gesto de erguer a taça de campeão como registram as imagens abaixo. Faltam 82 dias para o inicio da Copa no Brasil.

O jogo Suécia 2 x 5 Brasil realizado dia 29 de junho de 1958, no estadio Rasunda em Estocolmo. O publico da partida foi de 49737 presentes em um dia chuvoso na Suécia. Os gols do jogo foram de Nils Liedholm para a Suécia, e dois gols de Vavá no primeiro tempo. No segundo tempo Pelé e Zagallo para o Brasil, Simonson para a Suécia e Pelé de novo para o Brasil. Neste jogo o Brasil utilizava mais uma vez a camisa azul em uma Copa do Mundo, mas pela primeira vez desde o mundial de 1938 na França. A mudança na final ocorreu por que Brasil e Suécia utilizavam camisas amarelas durante o torneio.  O gramado do estadio Rasunda estava bastante pesado por que havia chovido o dia todo antes do jogo, o que fica visível pelas imagens do gramado desgastado da final. As duas seleções se enfrentavam com mesmo retrospecto no torneio, quatro vitorias e um empate. O técnico Feola havia remontado todo o time depois do empate em 0 a 0 com a Inglaterra na primeira fase, foram quatro mudanças, com as presenças de Pelé e Garrincha. Esta foi uma grande final, que contou com um grande futebol ofensivo e com grandes gols.    

Clique nas imagens para ampliar.

Estádio Rasunda em  1958. Estádio construído em 1937 foi demolido em 2012.
O Rasunda abrigou a final da Copa do Mundo de Futebol masculino em 1958 e feminino em 1995.

Escalação da Suécia: 1- Svensson, 2- Bergmark, 3- Axbom, 4- Liedholm, 6- Parling, 7- Hamrin, 8- Gren, 9- Simonsson, 11- Skoglund, 14- Gustavsson e 15- Börjesson.

Escalação do Brasil:  Em pé 4-Dejalma Santos, 19- Zito, 2- Bellini, 12- Nilton Santos, 15- Orlando e 3- Gilmar.
Agachados 11- Garrincha, 6- Didi, 10- Pelé, 20- Vavá, e 7- Zagallo. Ao lado o massagista Mario Américo.

Antes do jogo o Rei Gustaf Adolf da Suécia cumprimenta Pelé antes da partida.  

Final muito pegada, Zito observa Pelé disputar a bola no ar.

Pelé passa por três suecos dentre eles o zagueiro Axbom com a 3.

O goleiro Gilmar observa Bellini cortar uma bola de cabeça. 

Na jogada o zagueiro Orlando levanta atleta sueco e quase acerta Nilton Santos.
Didi domina a bola roubada.

Garrincha faz grande jogada pela direita, que cruza rasteiro para Vavá desviar par o gol.
Na sequencia, Vavá, Liedholm, o goleiro Svensson, Gustavsson e Pelé. 

Por outro angulo o gol de Vavá no primeiro tempo.

Pelé disputa a bola entre dois suecos.

Pelé lança num três dedos.

Pelé recebe na área, chapela o zagueiro e fuzila o goleiro. Golaço.

Time brasileiro comemora primeiro gol de Pelé na final. 3 a 1.

Pelé azucrina a defesa sueca em sua melhor atuação em finais de Copa. 

Zagallo acredita num lance fortuito, avança na área e marca o 4 a 1 para o Brasil.

Por outro lance o gol de Zagallo.

Gilmar, o goleiro da 3, pula mais alto que todo mundo para desviar a bola. 

Nilton Santos tenta o corte na jogada do Sueco.

Pelé marca o 5 a 2 aos 90 minutos de jogo, o garoto de 17 anos cai exausto.
Garrincha tenta o ajudar.

Na foto, Dejama Santos, Didi, Pele, Gilmar e Orlando comemoram a vitoria. 

Na foto 1, Nilton Santos e Pelé. 

Na foto 2, Garrincha, Nilton Santos, Pelé e Gilmar.

Didi, Pelé, Gilmar e Orlando.

Dejalma Santos, Zagallo e Nilton Santos.


Bellini lidera a volta olímpica no estádio Rasunda com a bandeira da Suécia.

Gilmar, Zagallo, Garrincha e Nilton Santos. 

O capitão Bellini imortaliza o gesto de ergue a taça.
Ao lado dele o Presidente da Fifa na época Arthur Drewry.

Os repórteres pediam que Bellini erguesse a Copa do Mundo para que todos pudessem registrar o momento.

Na imagem tempo Zito, o Rei Gustaf Adolf e Paulo Machado de Carvalho chefe da delegação brasileira na suécia.

Na sequencia temo Bellini, o técnico Vicente Feola e Gilma Santos. 

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