terça-feira, 27 de março de 2012

Cambada de frouxos


O veto foi feito pelos clubes com maior peso político, ou seja, o eixo RJ-SP.

Não esperava muita coisa: os dirigentes dos principais clubes desses 2 Estados, a exceção talvez do presidente do Santos, são caricatos, frouxos e medíocres.

Não é a toa que o futebol brasileiro anda tão mal das pernas e consegue perder atletas para o futebol do glorioso Cazaquistão.

Patrícia Amorim é uma espécie de Micarla rubro-negra. Ela é tão ruim que faz muita gente sentir saudades dos velhacos de outrora. E ainda teve a proeza de afastar do clube seu principal ídolo e responsável por dar ao Flamengo o tamanho que tem.

Roberto Dinamite na verdade é um ex-Roberto Dinamite.

Juvenal Juvêncio quer ser um Ricardo Teixeira do São Paulo.

O Botafogo teve a proeza de tirar um Bebeto de Freitas da jogada para dar espaço a um zé ninguém.

O Corinthians tem um excelente marketing, mas a parte política foi arrendada a CBF.

Eu não queria nenhum desses caras mandando ou apitando no nosso querido ABC nem pintado de ouro.

Com isso, tudo vai continuar como está.

E depois os clubes maiores não venham choramingar por conta do calendário mal-elaborado e pelo fato da CBF convocar jogadores e desfalcá-los num jogo importante da Libertadores.

Pelos lados do ABC, a criação de uma Liga poderia ajudar um pouco o clube na disputa das competições nacionais. O clube conseguiria mais dinheiro do que atualmente e talvez o abismo em relação aos 20 principais clubes do pais fosse levemente menor.

Gostaria até de saber qual é a posição política da atual diretoria do clube, que sempre me pareceu alheia aos destinos políticos do futebol nacional. Acho que ela não precisa ter medo de marcar posição, pois o ABC nos últimos anos obteve resultados expressivos e ganhou respeito da grande mídia e hoje tem um trabalho de marketing bem feito.

Gustavo Lucena

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