Particularmente eu tenho um asco peculiar da imprensa brasileira. Na minha visão não existe liberdade DE imprensa, mas sim liberdade DA imprensa ou, como já dizia o polêmico Jorge Kajuru, liberdade DE EMPRESA.
Os jornalismo praticado nos principais veículos de comunicação do Brasil é pra lá de limitado, pois defende quase que exclusivamente os interesses patronais. É difícil a gente encontrar algum profissional da imprensa que trabalhe de maneira insenta, séria e competente, que focalize e transmita ao público a realidade dos fatos.
E por isso não devemos jogar num mesmo balaio os medíocres/venais e os bons profissionais.
Aqui no RN não é diferente. O jornalismo em geral é péssimo. Quando fazia faculdade, eu paguei uma disciplina chamada Legislação Jornalística, ministrada pelo "jornalista" Marco Aurélio de Sá, que é um dos donos do Jornal de Hoje. Foi o docente mais fraco com quem deparei nos 5 anos de faculdade de Direito na UFRN, no que tange a transmissão do conteúdo da disciplina.
Na minha época o curso de Jornalismo era medíocre, considerado um dos piores da UFRN - senão o pior. E isso prejudicou muito na formação dos profissionais que vemos por aí. Rezava a lenda que os acadêmicos de jornalismo em sua grande maioria, entravam na faculdade cheio de sonhos, eram todos revolucionários bolivarianos, mas que, quando chegava no fim do curso, mendigavam emprego na TV Cabugi, TV Tropical, TV Potengi e TV Ponta Negra, todas pertencentes a políticos que se apropriaram de concessões públicas como se fossem deles mesmos.
Com isso, o jornalismo que a gente ver numa TV Tropical da vida nada mais é do que uma defesa escancarada ao político que é proprietário da mesma, sem nenhum compromisso com o dever de informar a verdade dos fatos.
E isso me enoja muito, a ponto de sentir os instintos mais primitivos. Inúmeras vezes já me deparei com uma revista VEJA colocada graciosamente (minha mãe cancelou a assinatura desse troço há mais de 10 anos, mas eles insistem em querer que ela renove) na caixa de correio daqui de casa e na mesma hora tratei de jogar essa merda no primeiro caminhão de lixo que passasse em frente de casa. O mesmo vale para o Jornal de Hoje, que meu pai assinou por algum tempo e que até o papagaio daqui de casa ficava brabo quando eu forrava o jornal no puleiro dele para servir de "vaso sanitário".
Confesso que se eu me deparar com Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo, Olavo de Carvalho, Ali Kamel, Miranda Sá, Luiz Almir, Jânio Vidal, etc. ou algum de seus patrões, o sangue poderá até subir a cabeça, tamanho repúdio que sinto pelo que esses caras falam/escrevem (embora nunca tenham feito nenhum mal a minha pessoa, até porque sequer conheço-os pessoalmente). Porém, sei também que se levantar a mão contra eles ou proferir alguma opinião leviana sobre as pessoas deles, poderei responder criminalmente por isso e arranhar minha ficha limpa e ainda ter que perder tempo prestando serviço a comunidade - isso se não tiver cometido algo ainda mais grave.
Por isso o melhor que faço é ignorar a existência deles, não dar audiência para as aberrações que eles escrevem/dizem. E caso algum dia eles vierem a atacar a minha pessoa, a denegrir a minha imagem, procurarei as Vias Judiciais.
A mesma coisa deveria fazer a Frasqueira. Se ela não concorda, não gosta de certos cronistas esportivos, desligue o rádio, mude o canal da TV, não compre o jornal. Ignore a existência do meliante. Se ele te atacar, ou denegrir sua imagem, procure a Justiça.
Os acontecimentos lamentáveis na semana passada causaram um desgaste inútil e desnecessário para a instituição ABC FC.
Independente de terem razão ou não, os torcedores envolvidos no episódio de sábado deveriam refletir sobre o acontecido. Será que vale a pena brigar com um cronista esportivo por pior que ele seja? Será que vale a pena tomar as dores (se é que isso aconteceu) de um dirigente despreparado que tenta usar a Frasqueira como massa de manobra (pelo menos na minha visão)? Por que não tentamos resolver as coisas civilizadamente?
Gustavo Lucena
Os jornalismo praticado nos principais veículos de comunicação do Brasil é pra lá de limitado, pois defende quase que exclusivamente os interesses patronais. É difícil a gente encontrar algum profissional da imprensa que trabalhe de maneira insenta, séria e competente, que focalize e transmita ao público a realidade dos fatos.
E por isso não devemos jogar num mesmo balaio os medíocres/venais e os bons profissionais.
Aqui no RN não é diferente. O jornalismo em geral é péssimo. Quando fazia faculdade, eu paguei uma disciplina chamada Legislação Jornalística, ministrada pelo "jornalista" Marco Aurélio de Sá, que é um dos donos do Jornal de Hoje. Foi o docente mais fraco com quem deparei nos 5 anos de faculdade de Direito na UFRN, no que tange a transmissão do conteúdo da disciplina.
Na minha época o curso de Jornalismo era medíocre, considerado um dos piores da UFRN - senão o pior. E isso prejudicou muito na formação dos profissionais que vemos por aí. Rezava a lenda que os acadêmicos de jornalismo em sua grande maioria, entravam na faculdade cheio de sonhos, eram todos revolucionários bolivarianos, mas que, quando chegava no fim do curso, mendigavam emprego na TV Cabugi, TV Tropical, TV Potengi e TV Ponta Negra, todas pertencentes a políticos que se apropriaram de concessões públicas como se fossem deles mesmos.
Com isso, o jornalismo que a gente ver numa TV Tropical da vida nada mais é do que uma defesa escancarada ao político que é proprietário da mesma, sem nenhum compromisso com o dever de informar a verdade dos fatos.
E isso me enoja muito, a ponto de sentir os instintos mais primitivos. Inúmeras vezes já me deparei com uma revista VEJA colocada graciosamente (minha mãe cancelou a assinatura desse troço há mais de 10 anos, mas eles insistem em querer que ela renove) na caixa de correio daqui de casa e na mesma hora tratei de jogar essa merda no primeiro caminhão de lixo que passasse em frente de casa. O mesmo vale para o Jornal de Hoje, que meu pai assinou por algum tempo e que até o papagaio daqui de casa ficava brabo quando eu forrava o jornal no puleiro dele para servir de "vaso sanitário".
Confesso que se eu me deparar com Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo, Olavo de Carvalho, Ali Kamel, Miranda Sá, Luiz Almir, Jânio Vidal, etc. ou algum de seus patrões, o sangue poderá até subir a cabeça, tamanho repúdio que sinto pelo que esses caras falam/escrevem (embora nunca tenham feito nenhum mal a minha pessoa, até porque sequer conheço-os pessoalmente). Porém, sei também que se levantar a mão contra eles ou proferir alguma opinião leviana sobre as pessoas deles, poderei responder criminalmente por isso e arranhar minha ficha limpa e ainda ter que perder tempo prestando serviço a comunidade - isso se não tiver cometido algo ainda mais grave.
Por isso o melhor que faço é ignorar a existência deles, não dar audiência para as aberrações que eles escrevem/dizem. E caso algum dia eles vierem a atacar a minha pessoa, a denegrir a minha imagem, procurarei as Vias Judiciais.
A mesma coisa deveria fazer a Frasqueira. Se ela não concorda, não gosta de certos cronistas esportivos, desligue o rádio, mude o canal da TV, não compre o jornal. Ignore a existência do meliante. Se ele te atacar, ou denegrir sua imagem, procure a Justiça.
Os acontecimentos lamentáveis na semana passada causaram um desgaste inútil e desnecessário para a instituição ABC FC.
Independente de terem razão ou não, os torcedores envolvidos no episódio de sábado deveriam refletir sobre o acontecido. Será que vale a pena brigar com um cronista esportivo por pior que ele seja? Será que vale a pena tomar as dores (se é que isso aconteceu) de um dirigente despreparado que tenta usar a Frasqueira como massa de manobra (pelo menos na minha visão)? Por que não tentamos resolver as coisas civilizadamente?
Gustavo Lucena
0 comentários:
Postar um comentário